Microrganismos do nosso planeta poderiam sobreviver em corpos celestes onde há água, como Marte, aponta uma pesquisa do doutorando Tommaso Zaccaria, após experimentos com condições espaciais simuladas.
Essa movimentação de mercado elevou o valor da participação de Musk na SpaceX para cerca de 866 bilhões de dólares (R$ 4,4 trilhões), fazendo com que seu patrimônio líquido total — que também engloba fatias na Tesla e em outros negócios — ultrapassasse a impressionante marca de 1,1 trilhão de dólares (R$ 5,6 trilhões).
Antes da abertura de capital, o empresário já liderava o ranking de pessoas mais ricas do mundo da revista Forbes, com uma fortuna estimada em 780 bilhões de dólares (R$ 3,9 trilhões), posicionando-se à frente de Larry Page, cofundador da Alphabet.
O salto bilionário reflete o otimismo do mercado em relação ao ecossistema robusto construído pela SpaceX. Para especialistas, a empresa se transformou em uma potência de telecomunicações, impulsionada principalmente pela Starlink.
Além do setor aeroespacial e de conectividade, a SpaceX engloba a xAI, startup de inteligência artificial responsável pelo chatbot Grok, concorrente direto de plataformas como o ChatGPT e o Claude.

Em meio à pressão das ruas — que fez o governo recuar e até revogar uma lei perigosa para pequenos proprietários rurais — uma declaração de fora das fronteiras chamou a atenção. A milhares de quilômetros de La Paz, o governo de Donald Trump mandou um recado não solicitado: “Os EUA apoiam de forma inequívoca o governo da Bolívia”.
Chamando civis mobilizados de “criminosos e traficantes de drogas”, o secretário de Estado, Marco Rubio, subiu o tom, dizendo que seu país “não permitiria” que a gestão de Paz Pereira fosse derrubada — sugerindo que, se necessário, os Estados Unidos interviriam diretamente no assunto.
A declaração de Rubio preencheu apenas mais uma página dentro do longo e conhecido capítulo de ações e discursos intervencionistas por parte do governo republicano em relação à América Latina, algo que se tornou ainda mais evidente na política externa estadunidense desde o retorno de Trump, em janeiro de 2025.
Segundo especialistas ouvidos pela Agência Pública, o histórico recente de intromissões diretas e indiretas da Casa Branca na política latino-americana acende uma série de alertas para o Brasil a meses de suas eleições presidenciais — mas os riscos vão além.
A eleição do candidato de extrema direita Abelardo de La Espriella na Colômbia, pode colocar o país ao lado de Argentina, Chile, Bolívia Equador, El Salvador e Paraguai como aliado do governo de Donald Trump.
No Brasil, uma pesquisa Datafolha divulgada no sábado, 20 de junho, mostra que 6596 dos eleitores consideram indiferente se o presidente Trump apoiar algum candidato à presidência em 2026.